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sábado, 26 de março de 2016

5 SITES/CANAIS PARA ESTUDAR QUÍMICA





UMA DICA BACANA!

DA Caroline Araújo

https://www.youtube.com/channel/UCz8CQeQ97nAb6-kKCDaYxzQ

Lâmpada química sem eletricidade (Superquímica)







olha que incrível rsrsrsrsr

mais experimentos legais no MANUAL DO MUNDO   https://www.youtube.com/channel/UCKHhA5hN2UohhFDfNXB_cvQ

você pode encontrar mais novidades no site https://www.ufmg.br/cienciaparatodos

“TÁ ME ESTRANHANDO?”



Nosso sistema imunológico é o grande responsável por reconhecer agentes estranhos a nosso organismo. Por exemplo, quando ficamos gripados, o sistema imunológico entra em ação para nos livrar do vírus da gripe. 
O problema é que, em algumas pessoas, o sistema imunológico – também chamado de “sistema imune” ou “sistema linfático” – passa a atacar, além dos microorganismos invasores, também as estruturas do próprio corpo. Isso mesmo: o corpo dessas pessoas pode atacar a si mesmo num processo chamado de “auto-imune”! Médicos e cientistas ainda não descobriram exatamente porque isso ocorre, mas sabem que o indivíduo tem que ter uma predisposição genética para a doença. 
Um exemplo de doença auto-imune é a esclerose múltipla, que causa lesões no sistema nervoso, principalmente na bainha de mielina, uma estrutura que envolve nossos nervos (assim como o tubo de plástico envolve a lâmina de cobre nos fi os elétricos). Essa bainha permite que os impulsos elétricos sejam conduzidos, ao longo das fibras nervosas, com velocidade e precisão. 
Quando as células do sistema imune, por engano, atacam e destroem a bainha de mielina, o nervo não conduz o estímulo elétrico de modo adequado. Por isso, o doente pode apresentar fraqueza nos membros, perturbações e falta de coordenação motora, entre outros sintomas.
 As doenças auto-imunes ainda não têm cura, mas há medicamentos para os sintomas e muitas pesquisas sobre novos tratamentos têm dado esperança aos pacientes. 





Texto originalmente escrito por Rômulo Viegas, Rosana Siqueira, Rodrigo Vieira, Samya Lima e Samuel Felício para o programa Na Onda da Vida, da Rádio UFMG Educativa, e adaptado por Luiz Fernando Freitas.

BANHO DE QUÍMICA

 Um texto para refletir

BANHO DE QUÍMICA 

Frustrada com o conteúdo escolar da disciplina de Química, que não conseguia entender facilmente, Ana resolveu tomar banho e alisar os cabelos, alegando que não suportava mais ouvir a palavra química. Mal sabia ela que havia mergulhado em um mar de química. 
A ação do sabonete na pele nada mais é do que uma substância química que interage com a água e diferentes gorduras, simultaneamente: os sais de ácidos carboxílicos (sabões) ou de ácidos sulfônicos de cadeia longa (detergentes).
 Até mesmo o odor de nossos corpos tem química. O suor e a gordura produzidos pelas glândulas sudoríparas e sebáceas, respectivamente, são forte atrativo para bactérias, que produzem variados ácidos carboxílicos, responsáveis pelos odores humanos. 
Já o cabelo é constituído por cadeias de queratina, interligadas por ligações de hidrogênio, ligações salinas e de enxofre, que confere, a cada fio, uma estrutura helicoidal. Ao molhar o cabelo, as ligações de hidrogênio, que são fracas, se rompem. Quando a “chapinha” é passada no cabelo, os filamentos de queratina são esticados e, assim, alisados. Ao molhar o cabelo e deixar secar naturalmente, as ligações de hidrogênio são restabelecidas e a cadeia de queratina volta à sua forma helicoidal, perdendo o efeito “liso”.
 Ao final do banho, é inevitável o uso de perfume. O que são os perfumes? A resposta reside em um conjunto de diferentes substâncias, as essências, geralmente moléculas orgânicas voláteis, que, ao entrarem em nossas narinas, ativam regiões específicas, as células olfativas, as quais enviam estímulos nervosos ao cérebro, caracterizando o sedutor aroma do perfume.
 Assim, Ana retornou do banho mais infestada de Química do que antes. É impossível viver sem química, pois está presente inclusive no próprio corpo banhado, constituído, principalmente, por carbono, hidrogênio e oxigênio. Nós somos pura Química! E uma Química de qualidade, não é mesmo? 


Texto escrito por Mateus Quintano e Victor Oliveira, do Colégio Técnico da UFMG, premiados no Concurso de textos científicos promovido pelo Departamento de Química e Diretoria de Divulgação Científica da UFMG em comemoração ao Ano Internacional da Química.
retirado do site: 
https://www.ufmg.br/cienciaparatodos/wp-content/uploads/2011/08/51-banhodequimica.pdf